90 anos, 90 Palavras (38)

Claraboia

Conservando a tradição da palavra escrita que permite eternizar os factos e gerar diálogos profundos com os outros e consigo mesmo, Saramago acredita no poder da palavra e, sendo um eterno lutador social, desafia a monotonia em Claraboia. Sendo o segundo romance que escreve, este torna-se anos mais tarde o “livro perdido e achado no tempo”, assim descrito.
Neste livro, o autor convida o leitor a refletir sobre o que se passa na sua vida, dizendo: “Todos trazemos no pescoço a canga da monotonia, todos esperamos sabe o diabo o quê! Sim, todos esperamos!”
É assim que José Saramago nos deixa um legado que o torna presente cada vez que o nomeamos ou cada vez que o lemos.
María Olivera
Estudante e leitora de Saramago
México, D.F.

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