Tradução portuguesa de “2666”, de Roberto Bolaño, premiada

fjsO Prémio de tradução Casa da América Latina/BANIF 2011 distinguiu Cristina Rodríguez e Artur Guerra pela sua versão de 2666, de Roberto Bolaño (Quetzal).

A cerimónia decorreu no passado dia 13 de Setembro, com a presença de Vasco Graça Moura, presidente do júri, António Costa, Presidente da Câmara Municipal de Lisboa e de Francisco José Viegas, Secretário de Estado da Cultura, editor da Quetzal na altura da publicação do livro. O júri, para além do seu presidente, foi composto por Francisco Bélard e Annabela Rita.

No discurso de aceitação do Prémio, Artur Guerra, tradutor com Cristina Rodríguez de José Saramago nas Suas Palavras, referiu uma frase de José Saramago incluída no referido volume: “Os escritores fazem as literaturas nacionais e os tradutores fazem a literatura universal. Sem os tradutores, os escritores não seríamos nada, estaríamos condenados a viver encerrados na nossa língua.”

Parabéns aos tradutores.

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