16 de novembro, Dia do Desassossego

O Dia do Desassossego é uma ocasião para sair à rua com um livro na mão e ler em lugares públicos, de tal forma que o desassossego das ideias penetre a vida social ao mesmo tempo que fortalecemos o pensamento para combater o desânimo e a depauperação a que nos submetem. Ler para contemplar o espetáculo do mundo de outra perspetiva, para intervir e reforçar os argumentos de bem comum, próprios de seres humanos que se respeitam e honram a sua condição de cidadãos. O Dia do Desassossego é um dia de militância ativa, cada pessoa com um livro, muitas com muitos livros.

O Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa, O Ano da Morte de Ricardo Reis, de José Saramago, são entre outras, boas propostas de leituras para essa jornada, mas qualquer livro que reflita sobre o nosso tempo ou as nossas profundas incertezas será uma magnífica opção. Trata-se de ler nas praças e ruas de Lisboa, povoando-as da vida que os livros contêm. Também os livros mais amados das nossas bibliotecas beneficiarão do ar da rua e da nova respiração que nós, os leitores, lhes outorguemos.

Enchamos Lisboa e as nossas cidades de livros. Leiamos na rua, em voz alta ou em silêncio.

Leiamos para nos reconhecermos, para nos reforçarmos, para sermos mais lúcidos e independentes. Leiamos para nos conquistarmos.

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Jornal i/Lusa

Agência Xinhua

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