A cultura como saída para a crise na Islândia

Ao contrário do que se verifica no sul da Europa, onde a crise levou a cortes substanciais e a um forte desinvestimento na cultura, o exemplo islandês mostra uma alternativa. Fruto de uma aposta da actual ministra da cultura desta ilha do norte da Europa, as indústrias culturais islandesas representam hoje mais de 1.000 milhões de euros, o dobro do sector agrícola, situando-se logo atrás da indústria das pescas. No topo desta aposta, destaca-se o apoio dado ao sector musical que levou mais de 43 artistas a actuar fora do país e que, a par da reconhecida beleza natural do país, representa hoje um factor de atracção de turismo cultural que leva milhares de pessoas a viajar até à Islândia. O El País entrevistou a governante islandesa e demonstra que a alternativa para a saída da crise não pode esquecer o sector cultural, afirmando-o como factor determinante para uma mudança que se deseja.

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O auditório Harpa no porto de Reikiavik é um símbolo do renascer cultural da Islândia / Nic Lehoux

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