Arco da Rua Augusta recuperado fica acessível ao público a partir do dia 9 de agosto

Uma belíssima vista sobre o Tejo, enquadrada pelo Terreiro do Paço, vai estar acessível ao público a partir do dia 9 de agosto, com a abertura do recuperado Arco da Rua Augusta. Para festejar esta inauguração, haverá até ao dia 18 espetáculos multimédia em três sessões diárias, às 21h30, 22h30 e 23h30.

Esta é uma das obras emblemáticas da reabilitação da Baixa Lisboeta, pela Câmara Municipal.

Este arco do triunfo foi programado em 1759, na época da reconstrução pombalina, com desenho de Eugénio dos Santos, e ficou concluido em 1875. No arco recortam-se as estátuas de Viriato, Vasco da Gama, D. Nuno Álvares Pereira e Marquês de Pombal ladeadas pelas representações alegóricas dos rios Tejo e Douro, todas elas da autoria do escultor Vítor Bastos. Acima do arco é visível uma composição escultórica relevada tendo por motivo central a pedra de armas de Portugal. Em cima, um grupo escultórico alegórico, “A Glória coroando o Génio e o Valor”, modelado pelo escultor francês Anatole Calmels.

Para passar mais uns belos momentos no coração de Lisboa, é de aproveitar para fazer uma visita à exposição “A Última Fronteira – Lisboa em Tempos de Guerra” no Torreão Poente do Terreiro do Paço, onde se irá localizar o novo núcleo sede do Museu da Cidade. Na base da exposição, dedicada aos anos 1940, está o livro “Lisboa, uma Cidade em Tempos de Guerra”, de Margarida Magalhães Ramalho, que é comissária da mostra com António Mega Ferreira. Fotografias, documentos, trajes e objetos de decoração, reproduções de cartazes publicitários, mobiliário comercial, doméstico e urbano, maquinaria de comunicação, acessórios e filmes ilustram o papel da cidade no tempo da Segunda Guerra Mundial, época em que Lisboa se tornou um horizonte de esperança para milhões de pessoas, um oásis de neutralidade, a última fronteira para o acesso à liberdade.

 

Agenda Cultural LX

 

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