A Bagagem do Viajante (1973)

A Bagagem do Viajante (1973)

Portugal:

Porto Editora

2018 (1ª edição na Porto Editora; 9ª edição)

imagem_e_bookDisponível em formato e-book

A caligrafia da capa é da autoria do jornalista Adelino Gomes.

«Um conjunto de crónicas de José Saramago, publicadas pela primeira vez no vespertino A Capital (1969) e no mítico Jornal do Fundão (1971-1972). Uma escrita fluida para falar de “foguetes e lágrimas” ou de “o melhor amigo do homem”. E de “quando morri virado ao mar”. Para nos contar o seu gosto pelos museus e as pedras velhas. Para nos dizer que “não há nada mais vivo do que a aguarela de Albrecht Dürer”. Para responder que: “Se alguém me perguntar o que é o tempo, declaro logo a minha ignorância: não sei.” São mais de 60 crónicas, pequenas histórias sobre temas variados e, na aparência, inocentes, já que a censura vigente não permitia grandes atrevimentos. Ainda que por entre as subtilezas de linguagem se possam encontrar alguma farpas.»

Diário de Notícias, 9 de outubro de 1998

Editorial Caminho

1986, 8.a ed., 2010

«Um dia tinha de chegar em que contaria estas coisas»

«Um conjunto de crónicas de José Saramago, publicadas pela primeira vez no vespertino “A Capital” (1969) e no mítico “Jornal do Fundão” (1971-1972). Uma escrita fluida para falar de “foguetes e lágrimas” ou de “o melhor amigo do homem”. E de “quando morri virado ao mar”. Para nos contar o seu gosto pelos museus e as pedras velhas. Para nos dizer que “não há nada mais vivo do que a aguarela de Albrecht Durer”. Para responder que: “Se alguém me perguntar o que é o tempo, declaro logo a minha ignorância: não sei. “São mais de 60 crónicas, pequenas histórias sobre temas variados e, na aparência, inocentes, já que a censura vigente não permitia grandes atrevimentos. Ainda que por entre as subtilezas de linguagem se possam encontrar alguma farpas. No domínio da crónica, José Saramago publicou igualmente “Deste Mundo e do Outro” (1971), e “As Opiniões que o DL Teve” (1974).» (Diário de Notícias, 9 de Outubro de 1998)

 

Crónicas De Quando em Morri Virado ao Mar e Moby Dick em Lisboa incluídas na obra Moby Dick em Lisboa.

Futura

1973

Edições estrangeiras:

Argentina:

Alfaguara

2010 (Trad.: Basilio Losada)

(incluído na obra Las maletas del viajero)

Lejos de lirismos gratuitos y artificios pretenciosos, el Premio Nobel de Literatura 1998 invita con este libro a tomar las maletas y viajar con él, a recorrer los mundos que ofrece la Ciudad de José, que no es sino su propia experiencia como escritor vital y su conmovedora visión de las cosas.

Si en sus novelas de gran aliento José Saramago se ha revelado como un minucioso escultor de las palabras y de atmósferas de elevada carga poética, la colección de textos breves de De este mundo y del otro y Las maletas del viajero se nos presenta como un muestrario de orfebrería fina, en el que el autor portugués condensa su privilegiada capacidad de observación y su delicada sensibilidad, manejando un lenguaje directo, íntimo, siempre cercano a ese incógnito amigo que para él es el lector.

Saramago apuesta por la fraternindad humana y por el amor a ese jardín que cultivamos entre todos los hombres y las mujeres, y se llama mundo.

Brasil:

Companhia das Letras

1996

Uma viagem pela selva da vida contemporânea é o que José Saramago propõe ao leitor com estas crônicas, que partem dos mais variados assuntos – uma cena de rua ou uma notícia de jornal – para apresentar uma surpreendente releitura do mundo. Das mentiras da política e da publicidade à poesia dos pequenos gestos cotidianos, da vida secreta das cidades aos mistérios que se escondem na criação artística, nada escapa ao olhar arguto do escritor. Armado com o humor, a ironia e uma constante atenção às armadilhas da linguagem, Saramago revela neste livro uma outra faceta de sua expressão concentrada: eleva assim a crônica à altura dos grandes romances que o consagraram.

Espanha:

Ronsel 1992 (Trad.: Basilio Losada)
TB Ediciones B 1995 (Trad.: Basilio Losada)

Abacus

Edição especial Abacus, S. Coop. C. L.
Alfaguara 2003 (Trad.: Basilio Losada)

Itália:

Feltrinelli

2013 (Trad.: Giulia Lanciani)

(em um volume com Deste Mundo e do Outro)

“Di questo mondo e degli altri” raccoglie gran parte dei testi dei due libri di cronache scritte da José Saramago tra il 1968 e il 1969 per i giornali di Lisbona “A Capital” e “Jornal do Fundão”, e riuniti poi nei due volumi citati, pubblicati rispettivamente nel 1971 e nel 1973. Sono settantatré racconti che descrivono quasi tutti episodi di vita reale vissuta da Saramago, in cui il grande scrittore lusitano alterna diversi registri narrativi. I temi spaziano dalle conseguenze del sisma alla sua grande passione per gli animali e per l’ecologia; i nonni analfabeti e pastori di porci; la Rivoluzione dei garofani; l’impacciata foto dei genitori; lui stesso bambino scalzo; la nebbia del mattino; i contadini; il “mare portoghese”; l’arrotino; le persone che poi diventeranno i suoi stessi personaggi… e, naturalmente, Lisbona e il Portogallo.

Bompiani

1992 (Trad.: Giulia Lanciani)

Fra dramma e poesia, romanzo e saggio, la cronaca ha sempre ricoperto, forse a torto, un ruolo subalterno da sottogenere. Queste cronache di José Saramago, scritte in un arco di tempo che va dal 1968 al 1972, pubblicate per la prima volta in Italia, rappresentano l’espressione di un’atmosfera che induce l’autore alla confessione e il lettore ad una simpatia partecipe. Saramago, interpellato sull’importanza che le cronache hanno avuto per il suo lavoro di romanziere, ha detto: “Tutto quello che si trova nei miei romanzi si può trovare anche nelle cronache”. Forse in questo parole c’è un eccesso di semplificazione, tuttavia è facilmente dimostrabile che tra la prima riga della prima cronaca e l’ultima riga dell’ultimo romanzo, c’è un filo continuo che tutto lega e il percorso dell scrittore, internazionalmente famoso, è gia tracciato in quelle lontane cronache. (Dalla prefazione di Giulia Lanciani)

Einaudi

2006 (Trad.: Giulia Lanciani)

(em um volume com Deste Mundo e do Outro)

Le piú belle «cronache» scritte da Saramago in un’antologia preparata espressamente per il pubblico italiano: pensieri, racconti, illuminazioni, parabole…

México:

UNAM 1994
Alfaguara 1999 (Trad.: Dulce María Zúñiga)

Para este viaje extraño que llamamos vida, un recuento de experiencias, vivencias y lecturas constituye siempre un equipaje imprescindible. Saramago levanta un inventario de la provisión que lo ha llevado con buen ánimo a lo largo de una vida de lucha, de ideales y de escritura.

Sérvia:

Laguna

2013 (Trad.: Jasmina Nešković)

(incluído na obra Priče s ovog i s onog sveta: “Apólogo da vaca lutadora”, “A minha subida ao Evereste” e “História do rei que fazia desertos”)

Šta se događa kada se stvari koje ljudi upotrebljavaju pobune protiv svojih korisnika?
Kako je jedan car pokušao da izoluje smrt?
Kakva je sudbina vozača, praktično zarobljenih u svojim kolima?
Zašto strada poslednji kentaur koji je vekovima lutao šumama, bežeći od ljudi?

Ispitujući vlastite izražajne mogućnosti, Saramago se najpre okušao u kratkim formama – pripovetkama, kratkim pričama, parabolama… Sabrane u dve zbirke parabola Priče s ovog i s onog sveta i Putnikov prtljag, jednu zbirku pripovedaka Tobožnji predmet i novelu Priča o nepoznatom ostrvu, njegove pripovesti svedoče o sporim ali sigurnim koracima kojima se pisac približavao svojoj pravoj vokaciji – romanu. U ovoj knjizi njegovih izabranih priča čitalac će naći ne samo mnoštvo ideja koje će pisca zaokupljati čitavog života, već i sve osnovne odlike jednog neponovljivog književnog rukopisa, toliko drugačijeg da ga je nemoguće oponašati.

„Velikan evropske književnosti iznosi nam u pričama svoj osoben pogled na raspad društvenih vrednosti, otuđenje i političku represiju, nudeći svoj odgovor na takve pojave: kada sve propadne, dobra metafora je najbolja alternativa.“ Morning Star

„Ovde se majstor pera ogleda u kraćim, inventivnim proznim formama, i ishod je impresivan i lucidan. Saramagov dar i u pričama se neosporno ispoljio kao i u njegovim romanima.“ Publishers Weekly

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