Cadernos de Lanzarote V (1998)

Cadernos de Lanzarote V (1998)

Portugal:

Porto Editora

2018 (1ª edição na Porto Editora; 5ª edição)

A caligrafia da capa é da autoria da escritora Leonor Xavier.

O relato da vida quotidiana do escritor, dos episódios íntimos da criação literária às mais corajosas tomadas de posição, nos quatro cantos do mundo.

Caminho – Leya

1998, 4.a ed., 1999

O relato da vida quotidiana do escritor, dos episódios íntimos da criação literária às mais corajosas tomadas de posição, nos quatro cantos do mundo.

Edições estrangeiras:

Brasil:

Companhia das Letras

1999 (incluído na obra Cadernos de Lanzarote)

José Saramago mora em Lanzarote, uma das ilhas Canárias. Ali, em 1993, começou a compor um diário cujo primeiro volume abrange os anos de 1993, 94 e 95 (Companhia das Letras, 1997), enquanto este cobre 1996 e 1997. O autor pode falar sobre tudo: a família, os amigos, as coisas cotidianas, as coisas extraordinárias, as viagens constantes, o Brasil, os muitos brasileiros que conhece, as tarefas que decorrem da sua profissão, do seu modo de escrever etc. Para um escritor, manter um diário é trabalhar. O tom pode ser mais informal e nenhum projeto propriamente dito se explicita, mas a obra é legível em cada página. Entre coisas e pessoas, hábitos e decisões, afetos e idéias, o trabalho de José Saramago é escolher suas afinidades e gerar sua escrita humanizadora.

Espanha:

Alfaguara

2001; 2011 (Colecção Biblioteca Saramago) (Trad.: Eduardo Naval) (incluído na obra Cuadernos de Lanzarote (1996-1997))

José Saramago nos revela en estas páginas su día a día en Lanzarote, adonde trasladó su residencia en 1993. Lo acompaña de preguntas y respuestas, de opiniones certeras y radiantes acerca de lo más cercano y lo más general, de comentarios sobre amigos y sobre el mundo que le ha tocado, que nos ha tocado, vivir.

Edicions 62

2001 (catalão) (Trad.: Núria Prats)

Itália:

Einaudi

2010; 2011 (Trad.: Rita Desti) (incluído na obra Quaderni di Lanzarote; Selecçao de textos)

«Scrivere un diario è come guardarsi in uno specchio di fiducia, addestrato a trasformare in belezza il semplice bell’aspetto o, nel peggiore dei casi, a rendere sopportabile la bruttezza massima. Nessuno scrive un diario per dire chi è. In altre parole, un diario è un romanzo con un personaggio solo».

Questa edizione è una scelta tra le pagine pubblicate nei Cadernos de Lanzarote tra il 1994 e il 1998. L’ultimo romanzo di José Saramago (Azinhaga, 1992) pubblicato da Einaudi è Il viaggio dell’elefante.

México:

Alfaguara

(incluído na obra Cuadernos de Lanzarote (1996-1997))

Un diario de 1996 a 1997 que narra los encuentros de Saramago con Chomsky, Goytisolo, Mailer, Jorge Amado, Sábato y Fuentes; conversaciones, reflexiones y análisis de la sociedad contemporánea; donde demuestra que nada escapa a la mirada del escritor comprometido con su espacio y su tiempo.

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