FJS acolhe ciclo de debates sobre o futuro do jornalismo

FJS acolhe ciclo de debates sobre o futuro do jornalismo

A partir de 15 de Abril, o auditório da Fundação José Saramago recebe um ciclo de debates que tem como objetivo discutir o futuro do jornalismo. Trata-se de uma parceria entre a iNova Media Lab, da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, o Instituto Cervantes em Lisboa e a Fundação José Saramago que pretende promover um diálogo aberto e construtivo em torno de soluções para os desafios futuros da prática jornalística e dos meios de comunicação.

Os dois primeiros convidados do ciclo são o jornalista espanhol Alfonso Armada e o escritor e gestor cultural António Mega Ferreira. O primeiro debate deste ciclo terá lugar no dia 15 de Abril (sexta-feira), às 18h30, no Auditório da Fundação José Saramago e tem como tema: «Quem fará jornalismo no futuro».

A proposta é promover, a cada dois meses, um encontro. Em Junho o ciclo contará com a presença do jornalista R. B. Brenner, ex-Washington Post e diretor da School of Journalism da Universidade do Texas (Austin) e António Câmara, cientista da informação e Prémio Pessoa 2006. O tema do encontro será: «Como se fará o jornalismo do futuro».

O ciclo de debates, que conta com o apoio da rádio Antena 1 e da produtora de conteúdos Bagabaga, estender-se-á até 2017. A entrada para todas as conversas é livre, sujeita à lotação da sala.

A primeira sessão será transmitida em direto através do canal da FJS no Youtube, no link abaixo:

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Quem são:

Alfonso Armada (Vigo, 1958) – Jornalista formado pela Universidade Complutense de Madrid, trabalhou nos jornais El País, onde foi correspondente para a África, e no ABC, onde foi correspondente em Nova Iorque. É autor de três livros de reportagens: Cuadernos Africanos, España de sol a sol e El rumor de la frontera.

António Mega Ferreira (Lisboa, 1949) – Formado em Direito e em Comunicação Social, é autor de algumas dezenas de livros de ficção, ensaio e poesia. Fundou e dirigiu a revista Ler e colaborou como cronista para diversos meios de comunicação em Portugal.Foi comissário executivo da Expo’98 e administrador da Parque Expo, Oceanário de Lisboa e Pavilhão Atlântico.

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