Lucarna – Claraboia – Polirom, Roménia

Numa das primeiras edições estrangeiras em 2013 da obra de José Saramago, a Polirom, sua editora romena, dá à estampa Claraboia, com um prólogo de Pilar del Río, numa tradução de Simina Popa que já havia traduzido Caim.

A capa desta edição reproduz Oculus, um fresco de Andrea Mantegna [1431-1506] sobre quem José Saramago dizia: “En su pintura, Mantegna no puso sólo todo cuanto sabía, puso también lo que definitivamente era: un hombre entero en su dureza y en su sensibilidad, como una piedra que fuese capaz de llorar”, proferido em uma conferência no Museu do Prado em 1992*. De enorme delicadeza e sensibilidade, a escolha desta imagem como capa de Claraboia, o “livro perdido e achado no tempo” de José Saramago.

(* Andrea Mantegna – Una ética, una estética. Madrid, Casimiro livros, 2011)

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