O Lagarto (2016)

O Lagarto (2016)

Conto incluído em A Bagagem do Viajante, publicado em 1973, e que, postumamente em 2016, veio a ser publicado em separado com ilustrações de J. Borges.

Portugal

o-largartoPorto Editora 2016 (Ilustrações de J. Borges)

«O Lagarto» é um conto breve incluído em A Bagagem do Viajante (1973), volume que reuniu as crónicas escritas por José Saramago para o diário A Capital e para o semanário Jornal do Fundão entre 1971 e 1972. A história narra o aparecimento no Chiado de um misterioso lagarto, cuja presença surpreende os transeuntes e mobiliza os bombeiros, o exército e a aviação. Num estilo claro e preciso, a fábula oferece uma pluralidade de sentidos capaz de cativar leitores de todas as idades. Esta edição conta ainda com as magníficas xilogravuras do mestre J. Borges.

Edições estrangeiras:

Brasil

o_lagarto_br
Companhia das Letrinhas | Companhia das Letras
2016 (Ilustrações de J. Borges)

Você acredita em fadas? Não? Então como explicar a história deste lagarto gigante que surgiu de repente no meio da rua, espalhou o caos entre os moradores da cidade e, no auge da confusão… Melhor não contar, mas garanto que uma coisa impressionante aconteceu! O que será? Convido você a descobrir – e depois ter coragem de reafirmar que continua não acreditando em fadas.

Espanha


Lumen / Penguin Random House
2018 (Trad.: Pilar del Río) (Ilustrações de J. Borges)

El Lagarto es una historia corta incluida en El equipaje del viajero (1973), un volumen que reunió las crónicas escritas por José Saramago para el diario A Capital y el semanario Jornal do Fundão entre 1971 y 1972.

La historia narra la aparición en Chiado de un misterioso lagarto, cuya presencia sorprende a los transeúntes y moviliza a los bomberos, el ejército y la aviación. Con un estilo claro y preciso, la fábula ofrece una pluralidad de direcciones capaz de cautivar a los lectores de todas las edades.

Itália

Feltrinelli 2018 (Trad.: Giulia Lanciani ) (Ilustrações de J. Borges)

“Non voglio rimandare oltre. È da molto tempo che devo raccontare una favola. Ma il mondo delle favole ha ormai fatto il suo tempo, nessuno ci crede più, e per quanto io giuri e spergiuri, è sicuro che mi rideranno dietro. In fin dei conti sarà la mia semplice parola contro le beffe di un milione di abitanti. Malgrado tutto, mettiamo la barca in acqua, che poi il remo si troverà.”

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