“Na Feira do Livro de Bogotá, os colombianos estão a descobrir um país desconhecido, além de Pessoa e Saramago. Foram traduzidas 32 obras num investimento de dois milhões de euros”. Assim sintetiza a jornalista Isabel Coutinho a presença portuguesa na Feira do Livro de Bogotá, no arranque de uma longa reportagem na edição do Público de 29 de abril.
Pelo texto passam Zeferino Coelho, o editor de José Saramago, Jeronimo Pizarro Jaramillo, o comissário do pavilhão português na Feira, José Manuel Cortês, responsável da Direção Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas, entre informações e pequenas histórias. Por exemplo: “A loucura por José Saramago é tanta que no final da sessão em que participou Zeferino Coelho lhe vieram pedir para autografar livros de José Saramago, ao que o editor do Nobel, com algum humor, aceitou, escrevendo ‘na ausência do autor…’.” No dia em que estava programada a presença de Pilar del Río, a organização colombiana tinha previsto um auditório para 160 pessoas e apareceram 500.”
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