Sobre a epígrafe de “A Viagem do Elefante”

Sobre a epígrafe de “A Viagem do Elefante”

Era um costume de José Saramago acompanhar a construção de seus romances por um conjunto de notas. No princípio, escrevia-as nuns cadernos de capa preta. Mais tarde, passou a fazer essas anotações no computador.
As notas que acompanham o romance inacabado  Alabardas, alabardas, Espingardas, espingardas, recentemente publicado, são um bom exemplo do tipo de questões que o escritor levantava quando estava a escrever alguma história.
Na exposição “A Semente e os frutos”, patente no primeiro andar da Fundação José Saramago, em Lisboa, podem ser vistas algumas notas deixadas pelo autor sobre outros livros. O apontamento que se lê a seguir foi escrito na altura em que escrevia A Viagem do Elefante, e revela o momento em que José Saramago teve a ideia para a epígrafe desse livro.

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